Rosangela_Aliberti

"Se a Arte tocar em algum ponto do homem é sinal que alcançou seu objetivo" (r_a)

Meu Diário
25/11/2014 22h50
REENCONTRO - Diego Engenho Novo

REENCONTRO

(você também pode ler ouvindo: http://migre.me/mOHGC)

Passe quanto tempo passe, aconteçam quantas mudanças aconteçam ao centro de nossas órbitas: reencontrar um olhar cúmplice, um cheiro conhecido, um abraço despreocupado é sempre reencontrar-se. Se pessoas são lugares, encontros são estradas. Reencontrar é pôr-se em trânsito, na ânsia das chegadas, no ímpeto das partidas. Reencontrar é colocar a alma para viajar como um carro antigo que volta às curvas de uma estrada conhecida, sem pressa.

A dádiva do reencontro fica mais clara, é claro, sobre as costas largas do tempo que se espreguiça, ainda que também seja possível reencontrar quem se vê todo dia. Reencontrar com a mesma doçura quem se viu antes dos sonhos, quem se reencontra na régua tórrida dos dias, no empilhar quase metódico das horas, quem a gente sempre tem à mão para dividir nossas banalidades mais simplórias. Penso até que amar é reencontrar alguém todo santo dia.

Reencontrar um olhar que descansa, um afago que toca, uma música que remete, um assunto que se continua após anos e anos como se só tivesse esperado a fervura do café. Alguém que traz consigo um tempo em que o tempo parecia ser mais distraído, alguém que nos devolve a firmeza da pele, a abundância dos cabelos, o aveludado da voz, alguém que nos devolve uma parte de nós que a gente nem sabia mais que existia. Reencontros deviam ser vendidos em potinhos: o melhor anti-idade que existe.

E devagarinho a gente nota que a beleza da vida também vive na fidelidade dos ciclos. Porque quem vai e nos deixa mais vagos, quem parte e nos reparte em gomos, quem constrói pontes de saudade que ligam um lugar a si mesmo, quem esmaece da retina e da rotina, mas a gente nunca esquece, também um dia volta. E nós, que até então éramos só um tantinho menores pela falta, nos tornamos imensos pela presença, abençoados pelo reencontrar. Ontem reencontrei meu amigo Glauber.

Diego Engenho Novo

Photo/web


Publicado por Rosangela Aliberti em 25/11/2014 às 22h50
 
25/11/2014 00h42
Parábolas: A rã e o escorpião / O sábio e o escorpião

Diversas versões surgiram depois originando O sapo e o escorpião (até Rubem Alves chegou a escrever uma delas, com base em ESOPO).

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O SÁBIO E O ESCORPIÃO

Certa vez, na Índia, um sábio passeava, com seu discípulo, à margem do rio Ganges, quando viu um escorpião que se afogava. Ele então correu e, com a mão, retirou o animalzinho e o trouxe à terra firme. Naquele instante, o escorpião o picou... Dizem que é uma dor terrível... Inchou a mão do sábio. Assim que ele o colocou no chão, pacientemente, o escorpião voltou para a água. E ele, com a mão já inchada e aquelas dores violentas, vai e o retira novamente. E o discípulo a observar... Numa terceira vez que ele traz o escorpião, já com a mão bastante inchada e as dores violentas, ele o põe mais distante em terra. Aí, o discípulo já não suporta mais aquilo, e diz: "Mestre, eu não estou entendendo... este animal... é a terceira vez que o senhor vai retirá-lo da água e ele pica sua mão dessa maneira. O senhor deve estar sofrendo dores horríveis...". E ele, com a fisionomia plácida das almas que conhecem o segredo do bem, daqueles que já realmente conquistaram um território de amor e de renúncia no coração, que têm a visão das verdades celestes, vira-se para o discípulo e diz: “Meu filho, por enquanto a natureza dele é de picar, mas a minha é de salvar!”

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O Escorpião queria atravessar para a outra margem do rio então pediu ao Sapo, que o levasse até a outra margem o Sapo muito desconfiado, disse:  "Se eu te levar até lá corro o risco de ser picado por você, Escorpião "

O Escorpião com muita lábia, disse ao Sapo:  Se eu te picar Sapo, nós dois morreremos afogados, por isso pode confiar...

O Sapo pensou... Pensou... E viu que tinha uma certa lógica O que o Escorpião disse. Então resolveu ajudá-lo, só que no meio do caminho, já no rio. O Escorpião, deu uma picada no Sapo. O Sapo, vira-se para o Escorpião e diz:

 - Você prometeu que não iria me picar... Agora nós dois vamos morrer afogados. 

O Escorpião ainda teve tempo de dizer : - Me desculpe Sapo... mas essa é a minha Natureza. 

Moral da História :  Não devemos confiar em pessoas de Natureza Duvidosa ou acabaremos como o sapo da fábula que foi Enganado e traído, por aquele a quem confiou. Já as pessoas que tem a "Natureza" do Escorpião... essas correm o risco de provarem do próprio veneno.

Nota: A raiz da fábula do filme “Traídos pelo desejo” esta em O RATO E A RÃ de ESOPO, Mestre Lobato editou em seu livro FÁBULAS (também de ordem  infantil): O rato e a rã. A que está no filme: O Sapo e o Escorpião, acima. 

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 A RÃ E O ESCORPIÃO

O escorpião resolveu mudar-se de onde morava e por isso saiu à procura de um lugar que lhe agradasse. No caminho ele encontrou um rio, e como sabia que não conseguiria atravessá-lo, propôs a uma rã que ela o levasse em suas costas até o outro lado. Mas esta conhecia a má fama que acompanhava escorpião, e por isso perguntou desconfiada:

- Como eu posso ter certeza de que você não vai me matar?

O escorpião respondeu maneiroso: - Bobagem você ter medo de mim, porque é evidente que se eu lhe matar, também morrerei.

- E quando chegarmos ao outro lado?

- Aí, então, eu estarei tão agradecido pela sua ajuda, que com toda a certeza não pagarei com a morte a gentileza recebida.

Os argumentos do escorpião eram lógicos, e por isso a rã ficou convencida de sua sinceridade. Por isso permitiu que ele se acomodasse em suas costas, e os dois iniciaram a travessia. Mas quando chegaram ao meio do rio, e o passageiro se deu conta de que por depender de alguém ficaria devendo um favor à nadadora, ele não se conformou: ergueu o ferrão e a feriu de morte. Ao sentir a dor da picada, a rã perguntou ao escorpião por que ele havia feito aquilo, pois os dois iriam morrer, e este respondeu:  - Peço-lhe desculpas, mas não pude evitar. Essa é a minha natureza.

Moral da história: Quem tem índole ruim, mais cedo ou mais tarde acaba mostrando o que realmente é.

(Baseado em uma fábula de Esopo)

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Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez acorrer pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.

Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

"Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!"

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."

 

Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com que nos relacionamos. Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode. Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual conforme sua natureza, e não conforme a do outro.

http://www.portaljovem.com/reflexao/lenda_monge_escorpiao.htm


Publicado por Rosangela Aliberti em 25/11/2014 às 00h42
 
30/10/2014 08h46
Sobre o dia das Bruxas...

É depois que a lua adormece… Que o sol acontece.

*

Todos temos um bruxo ou bruxa dentro de nós. Queremos poder transformar momentos ruins em bons. Gostaríamos de ter a varinha mágica que mudaria nossa vida.

Black Magic Woman http://www.youtube.com/watch?v=slvqH3kI6Vk

(foto/web)

 


Publicado por Rosangela Aliberti em 30/10/2014 às 08h46
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30/10/2014 00h13
Livro, um alvará de soltura - Martha Medeiros

Livro, um alvará de soltura

Costumo brincar que, para conseguir ler todos os livros que me enviam, só se eu pegasse uma prisão perpétua. Pois é de estranhar que, habituada a fazer essa conexão entre isolamento e livros, tenha me passado despercebida a matéria que saiu semana passada em Zero Hora (da qual fui gentilmente alertada pela leitora Claudia) de que os detentos de penitenciárias federais que se dedicarem à leitura de obras literárias, clássicas, científicas ou filosóficas poderão ter suas penas reduzidas.

A cada publicação lida, a pena será diminuída em quatro dias, de acordo com a Portaria 276 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). No total, a redução poderá chegar a 48 dias em um ano, com a leitura de até 12 livros. Para provar que leu mesmo, o detento terá que elaborar uma resenha que será analisada por uma comissão de especialistas em assistência penitenciária.

A ideia é muito boa, então, por favor, não compliquem. Não exijam resenha (eles lá sabem o que é resenha?) nem nada assim inibidor. Peçam apenas que o sujeito, em poucas linhas, descreva o que sentiu ao ler o livro, se houve identificação com algum personagem, algo simples, só para confirmar a leitura. Não ameacem o pobre coitado com palavras difíceis, ou ele preferirá ficar encarcerado para sempre.

Há presos dentro e fora das cadeias. Muitos adolescentes estão presos a maquininhas tecnológicas que facilitam sua conexão com os amigos, mas não sua conexão consigo mesmo. Adultos estão presos a telenovelas e reality shows, quando poderiam estar investindo seu tempo em algo muito mais libertador. Milhares de pessoas acreditam que ler é difícil, ler é chato, ler dá sono, e com isso atrasam seu desenvolvimento, atrofiam suas ideias, dão de comer a seus preconceitos, sem imaginar o quanto a leitura os libertaria dessa vida estreita.

Ler civiliza.

Essa boa notícia sobre atenuação de pena é praticamente uma metáfora. Leitura = liberdade ao alcance. Não é preciso ser um criminoso para estar preso. O que não falta é gente confinada na ignorância, sem saber como escrever corretamente as palavras, como se vive em outras culturas, como deixar o pensamento voar. O livro é um passaporte para um universo irrestrito. O livro é a vista panorâmica que o presídio não tem, a viagem pelo mundo que o presídio impede. O livro transporta, transcende, tira você de onde você está.

Por receber uma quantidade inquietante de livros, e sem ter onde guardá-los todos, costumo fazer doações com frequência para escolas e bibliotecas. Está decidido: o próximo lote será para um presídio, é só escrever para o e-mail publicado nesta coluna. Que se cumpram as penas, mas que se deixe a imaginação solta.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo. RJ: Jornal O Globo. 8 jul.2012


Publicado por Rosangela Aliberti em 30/10/2014 às 00h13
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18/10/2014 12h00
13 LÍNEAS PARA VIVIR // 13 linhas para viver não é de Gabriel Garcia Marquez

13 LÍNEAS PARA VIVIR 

1. Te quiero no por quien eres, sino....... por quien soy cuando estoy contigo.

2 Ninguna persona merece tus lágrimas, y quien se las merezca no te hará llorar.

3. Solo porque alguien no te ame como tú quieres, no significa que no te ame con todo su ser.

4. Un verdadero amigo es quien te toma de la mano y te toca el corazón.

5. La peor forma de extrañar a alguien es estar sentado a su lado y saber que nunca lo podrás tener.

6. Nunca dejes de sonreír, ni siquiera cuando estés triste, porque nunca sabes quien se puede enamorar de tu sonrisa.

7. Puedes ser solamente una persona para el mundo, pero para una persona tú eres el mundo.

8. No pases el tiempo con alguien que no esté dispuesto a pasarlo contigo.

9. Quizá Dios quiera que conozcas mucha gente equivocada antes de que conozcas a la persona adecuada, para que cuando al fin la conozcas sepas estar agradecido.

10. No llores porque ya se terminó, sonríe porque sucedió.

11. Siempre habrá gente que te lastime, así que lo que tienes que hacer es seguir confiando y solo ser más cuidadoso en quien confías dos veces.

12. Conviértete en una mejor persona y asegúrate de saber quien eres antes de conocer a alguien más y esperar que esa
persona sepa quien eres.

13. No te esfuerces tanto, las mejores cosas suceden cuando menos te las esperas. 

https://mx.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080405210422AADsFgj

13 linhas para viver (AUTOR DESCONHECIDO)

1. Gosto de você não por quem tu és, mas por quem sou quando estou contigo.

2. Nenhuma pessoa merece tuas lágrimas, e quem as mereça não te farás chorar.

3. Só porque alguém não te ama como você quer, não significa que não te ame com todo teu ser.

4. Um verdadeiro amigo é quem pega tua mão e toca teu coração.

5. A pior forma de sentir saudade de alguém é estar sentado a seu lado e saber que nunca o poderás ter.

6. Nunca deixes de sorrir, nem quando estejas triste porque nunca sabes quem pode se apaixonar por teu sorriso.

7. Podes ser somente uma pessoa para o mundo, mas para alguma pessoa você é o mundo.

8. Não passes o tempo com alguém que não esteja disposto a passá-lo contigo.

9. Quem sabe Deus queira que conheças muita gente equivocada antes que conheças a pessoa adequada, para que quando finalmente a conheças, saibas estar agradecido.

10. Não chores porque já terminou, sorria porque aconteceu.

11. Sempre haverá gente que te machuca, assim que o que tens a fazer é seguir confiando e ser mais cuidadoso em quem confias duas vezes.

12. Transforme-se em uma pessoa melhor e assegure-se de saber quem és antes de conhecer alguém e esperar que essa pessoa saiba quem és.

13. Não te esforçes tanto, as melhores coisas acontecem quando menos as esperas.

*

García Márquez travelled through Geneva, Rome, Poland and Hungary, finally settling in Paris where he found that he was out of a job - the Pinilla government had shut down the presses of El Espectador. Settling in the Latin Quarter, he lived off credit, the kindness of his landlady, and money scraped up returning bottles for their deposits. There, influenced by the writings of Hemingway, he typed out eleven drafts of No One Writes to the Colonel and part of Este pueblo de mierda ("This Town of Shit"), the book that would later become In Evil Hour.

http://www.themodernword.com/gabo/gabo_biography.html

*
Um parágrafo interessante da biografia (tradução livre)
Trecho (...) García Márquez viajado (conhecedor) de Genebra, Roma, Polônia e Hungria, se estabelecendo por fim em Paris onde encontrou que era fora de um trabalho - o governo de Pinilla tinha fechado abaixo as imprensas do EL Espectador. Estabelecendo-se no quarto Latin, viveu s/ crédito, pela bondade de sua estalajadeira/proprietária e do dinheiro contado (raspa de tacho) para seus depósitos. Lá, influenciado pelas escritas de Hemingway, datilografou para fora onze esboços referência a “Ninguém escreve ao coronel” e à parte de Este povoado indígino de mierda (“esta cidade da merda”), o livro que se tornaria mais tarde na hora Evil. (...)

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Apesar de estar aparecendo em blog(ue)s nacionais e ter parado na "Espanha"; não consigo imaginar o escritor colombiano de Cem anos de Solidão (entre outros), ter escrito algo semelhante, como estas "...linhas para viver"por exemplo:

6. Nunca deixes de sorrir, nem quando estejas triste porque nunca sabes quem pode se apaixonar por teu sorriso.

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Pergunta: 13 lineas para vivir // 13 linhas para viver seria ou não de Gabriel Garcia Marquez? Considero este site muito bom http://sololiteratura.com/ggm/marquezprincipal.htm
pois contém referências de: Vida/obra/voz/artigos detalhe, no ítem miscelânea Marionete foi citado como: El poema apócrifo "La marioneta" (Johnny Welch) http://sololiteratura.com/ggm/marquezvarios.htm

Entretanto não estão fazendo nenhuma menção sobre: "Treze linhas para viver" (como se não existisse). Será que estão sabendo que estão repassando "13 líneas para vivir" como se tivesse escrito pelo autor?

*
...citações?
mais onde estão as FONTES: http://www.frasedehoy.com/call.php?file=autor_mostrar&autor_id=828

Porque de modo geral a linha de raciocínio real do autor, parece ser bem diferente do que andam repassando por aí... Nada de referências bibliográficas idôneas = Autor Desconhecido, até então. 

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Comparem com a linguagem de GABO, no livro Amor em tempos de cólera

As pessoas que a gente ama deveriam morrer com todas as suas coisas (...)

(...) Mas com as lições dos anos, Fiorentino Ariza a formulou de outro modo: "O mundo esta dividido entre os que trepam e os que não trepam (...)

"Adoro você porque me tornou puta" (...)

"Eram para um amor que foi para o caralho" (...)

Pode-se estar apaixonado por várias pessoas ao mesmo tempo, e por todas com a mesma dor, sem atraiçoar nenhuma (...)

O coração tem mais quartos que uma pensão de putas. (...)

Gabriel García Márquez (13 linhas para viver → SEM FONTES/wikiquote) http://pt.wikiquote.org/wiki/Gabriel_Garc%C3%ADa_M%C3%A1rquez


(Informativo - rosangela_aliberti /sem fins lucrativos)

Dica da Comunidade: Afinal, quem é o autor? (orkut / FACEBOOK)

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Foto Matthias H.2


Publicado por Rosangela Aliberti em 18/10/2014 às 12h00



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