Rosangela_Aliberti

"Se a Arte tocar em algum ponto do homem é sinal que alcançou seu objetivo" (r_a)

Meu Diário
03/06/2014 22h00
Stop! Dimentica - Tiziano Ferro

Uno sguardo che rompe il silenzio
uno sguardo ha detto ciò che penso
uno, uno sguardo
uno sguardo può durare un giorno
la partenza senza mai il ritorno
uno, uno sguardo

Tutto ciò che so, te lo dirò
e tutto ciò che non sai
dire spiega il mare.
Sento qualcosa di grande,
più di questa città
La bugia che rompe ogni silenzio
è la bugia che dico solo se non penso
ti prego non fermarti proprio adesso
perchè dopo non si può

Stop! Dimentica
questo silenzio,
non vale neanche una parola
nè una sola e quindi,
Stop! Dimentica perchè
e tutto il resto andrà da se
dimenica perchè
dimentica per me.

Una storia grande come il mondo
una storia lunga tutto il giorno
una , una storia
una bugia di una parola sola
è la tua più affascinante storia
una, la tua storia

Stop! Dimentica
questo silenzio,
non vale neanche una parola
nè una sola e quindi,
Stop! Dimentica perchè
e tutto il resto andrà da se
dimenica perchè
dimentica per me.

Stop! Dimentica
questo silenzio,
non vale neanche una parola
nè una sola e quindi,
Stop! Dimentica perchè
e tutto il resto andrà da se
dimentica perchè
dimentica per e,
tutto ciò che so te lo dirò
e tutto ciò che non sai dire spiega il mare
ti prego non fermarti proprio
adesso perchè dopo non si può

Stop! Dimentica
questo silenzio,
non vale neanche una parola
nè una sola e quindi,
Stop! Dimentica perchè
e tutto il resto andrà da se
dimentica perchè
dimentica per me.

Stop! Dimentica
non vale neanche una parola
nè una sola e quindi,
Stop! Dimentica perchè
e tutto il resto andrà da se
dimentica perchè
dimentica per me.
Stop! Dimentica!

Album: "Nessuno E' Solo"
(2006)


Audio-video: Stop! Dimentica
http://www.youtube.com/watch?v=WpyFgCQX7YY


*

...piu:

Tiziano Ferro - Ti voglio bene

Tiziano Ferro - Sere Nere

Tiziano Ferro - Non me lo so spiegare


art by Jacek Yerka

 

 

 

 


Publicado por Rosangela Aliberti em 03/06/2014 às 22h00
 
01/06/2014 18h00
Paz aos Orixás / A sorte pertence ao Destino / ALARGAMENTO DO OLHAR

“Lavamos os mortos, Lavamos o tabuleiro das idéias antigas (...)” ~ Murilo Mendes.

Paz aos Orixás...

Se tudo que está entre o Céu e a Terra vem da mesma Grande Energia, por que tanta corda para a angústia? Tem gente que só de ler: “macumba” quer MATAR o diabo (Claridade DEMAIS nunca deu pé), todos tem um lugar certo no seu degrau, tudo está no lugar. Dar um nó na cauda do sêo diabo, é escutar amorosamente: - Quem tem tempo para andar no Bem, terá medo de quê?

Se a Tropicália é deles, receios são dos descrentes da Fé (preencha/m-se de LUZ).

Se um dia estiver muito frio... e algum "crente" só vir o inferno em frente, e o sangue ferver... é sinal que a memória do passado chegou bem rápido ao recente.

Paz aos orixás... para abrir trilhas nos caminhos das trevas (nem todos são escolhidos e possuem a humildade para trazer a tranquilidade aos corações mais duros), onde houver leitos em Hospitais e Casas do Caminho que se preocupam em curar apenas o mesmo "tipo irmão", é sinal de exclusivismo e vaidade, a intuição (me diz) para desviar daí e se elevar... o que importa é a alma repleta da Coragem e da LUZ!

O sol brilha para todos (apesar de nunca ter posto os pés nesta vida num terreiro), meu carinho e respeito aos Orixás!

rosangela aliberti, jun/2014

..............

[A sorte pertence ao Destino]

Miçangas e fitinhas
- De múltiplo colorido!!!
veículos necessários
para a canalização
de energias (de alguns...)

Se há atenção é
nitida_mente
mínima,
para contas & amuletos...
é o caso de meu gato
que rola sua bolinha
(sem quebrar
estatuetas alheias).

rosangela aliberti
jun/2014

...................

ALARGAMENTO DO OLHAR

Vejo Poesia
em toda vida,
me livrando de coisinhas
bestas.
Preconceitos aqui?
Só se for lá...

no ralo.

rosangela aliberti
Atibaia, jun/2014


Publicado por Rosangela Aliberti em 01/06/2014 às 18h00
 
28/05/2014 11h08
Pedra Filosofal - António Gedeão

Pedra Filosofal

Eles não sabem que o sonho 
é uma constante da vida 
tão concreta e definida 
como outra coisa qualquer, 
como esta pedra cinzenta 
em que me sento e descanso, 
como este ribeiro manso 
em serenos sobressaltos, 
como estes pinheiros altos 
que em verde e oiro se agitam, 
como estas aves que gritam 
em bebedeiras de azul. 

Eles não sabem que o sonho 
é vinho, é espuma, é fermento, 
bichinho álacre e sedento, 
de focinho pontiagudo, 
que fossa através de tudo 
num perpétuo movimento. 

Eles não sabem que o sonho 
é tela, é cor, é pincel, 
base, fuste, capitel, 
arco em ogiva, vitral, 
pináculo de catedral, 
contraponto, sinfonia, 
máscara grega, magia, 
que é retorta de alquimista, 
mapa do mundo distante, 
rosa-dos-ventos, Infante, 
caravela quinhentista, 
que é Cabo da Boa Esperança, 
ouro, canela, marfim, 
florete de espadachim, 
bastidor, passo de dança, 
Colombina e Arlequim, 
passarola voadora, 
pára-raios, locomotiva, 
barco de proa festiva, 
alto-forno, geradora, 
cisão do átomo, radar, 
ultra-som, televisão, 
desembarque em foguetão 
na superfície lunar. 

Eles não sabem, nem sonham, 
que o sonho comanda a vida. 
Que sempre que um homem sonha 
o mundo pula e avança 
como bola colorida 
entre as mãos de uma criança. 

António Gedeãoin: Movimento Perpétuo

art by Michael Parkes


Publicado por Rosangela Aliberti em 28/05/2014 às 11h08
 
25/05/2014 00h53
Crônica do Amor NÃO é de Jabor nem de Roberto Freire

Nota: Existe um texto circulando na net com o título de: Crônica do Amor (este vem sendo repassado como se fosse um dos escritos por Arnaldo Jabor e/ou Roberto Freire) a crônica de Martha Medeiros teve toda ordem dos parágrafos trocada... cujo nome é:

As Razões que o Amor Desconhece

Tendo como início este trecho da crônica ...o repassador possivelmente  desconhecia o texto original: (...) Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. (...) mudaram o título ocasionando assim o repasse falso dos créditos.

*

As Razões que o Amor Desconhece

Você é inteligente. Lê livros, revistas e jornais. Gosta de filmes de Woody Allen, do Hal Hartley e do Tarantino, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido em comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco.

Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettuccine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor não pega no pé de ninguém e adora sexo.

Com um currículo desses, criatura, por que diabo está sem namorado?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática : eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. Ninguém ama a outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo-lhes à porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Costuma ser despertado mais pelas flechas do Cupido que por uma ficha limpa.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai ligar e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário, ele adora o Planet Hemp, que você não suporta. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado, mas você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca em sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, ele adora animais, ele escreve poemas. Por que você ama esse cara? Não pergunte a mim.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas a que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou murchar, você levou-a para conhecer sua mãe e ela foi de blusa transparente. Você gosta de Rock e ela de MPB, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então? Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, se veste bem e é fã do Caetano. Isso são referências, só. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, está assim, ó.

Mas só o seu amor consegue ser do jeito que ele é.

Martha Medeiros (c/ confirmação da própria autora)

Visite a comunidade: Afinal, quem é o autor?

(ilustração: old cards)

 

 


 


Publicado por Rosangela Aliberti em 25/05/2014 às 00h53
 
14/05/2014 00h08
A Síndrome de Pollyana por Juliana Baron Pinheiro

A Síndrome de Pollyanna 

“Poliana era uma mulher que estava sempre muito feliz.

Acordou naquela quarta feira e como de costume, sorriu em frente ao espelho. Levantou o pijama, conferiu o resultado da última dieta refletido na barriga “quase negativa”, como ela gostava de frisar. Puxou o celular e pensou em tirar uma foto pra mostrar pras amigas, mas sua cara não estava das melhores. Então, desistiu e o guardou num bolsinho que tinha na blusa do seu pijama.

Ainda antes de tomar seu café, abriu o computador para dar uma olhada nas suas redes sociais. Começou pelo Facebook, aonde atualizou as notificações, curtiu as fotos de alguns amigos e compartilhou uma mensagem positiva, como de costume. Aliás, adorava lê-las e imaginar que podia ajudar alguém com aquele compartilhamento. Existem muitas pessoas tristes e negativas nesse mundo, pensou Poliana, e era sua função mostrar à elas o quanto é melhor nos sentirmos felizes e encararmos o lado bom de tudo que acontece conosco.

Depois do Facebook, sacou seu celular e deu uma conferida no Instagram. “Uau, eu sou demais”, pensou Poliana quando apareceram ali 30 coraçõezinhos de curtidas na última foto que postou ontem antes de dormir. Rolou com o dedo no feed e a cada foto que ia aparecendo de quem ela seguia, mentalmente, Poliana ia fazendo os seus julgamentos. Claro, sempre positivos, porque ela era uma pessoa muito “do bem” e muito bem resolvida. Depois, decidiu checar seu email e quando abriu sua caixa de entrada, gelou ao rever o email de uma cobradora que vinha lhe procurando pra cobrar uma conta não paga de uma loja de departamento. Ela engoliu em seco aquela sensação ruim e por um segundo, sentiu-se mal por estar naquela situação. Já fazia alguns meses que estava no vermelho, economizando cada centavo, mas precisou comprar uma roupa para uma festa “top” que teve na sua cidade. O ingresso conseguiu de um amigo, assim como os sapatos e os brincos, que pegou emprestados da sua amigona. Mas a roupa precisava ser nova! Enfim, ela ia dar um jeito naquilo, como SEMPRE fazia. Não seria uma cobrança financeira que iria lhe abalar. Afinal, Poliana já enfrentou tantas situações ruins na sua vida e uma dívida não a faria baixar a cabeça.

Naquele dia, Poliana ia trabalhar como free num evento de Medicina. Então, fechou o computador, colocou uma música animada no som e foi escolher uma roupa. Nossa, como Poliana era uma pessoa divertida, sempre diziam alguns amigos. Está sempre sorrindo, mesmo imersa em problemas seríssimos. Indo para o quarto, ela parou em frente ao espelho que ficava posicionado estrategicamente no corredor, espiou mais uma vez a sua barriga e ficou feliz ao concluir que a sua determinação em perder três quilos numa semana, tinha dado certo. Dançou em comemoração e sem querer, derrubou seu Iphone no chão e por causa da queda a tela da frente trincou. “Que merda”, exclamou Poliana. Já era o terceiro celular em seis meses e esse ainda tinha sido um presente da sua madrinha! Mas tudo bem, o aparelho ainda estava funcionando e ela não queria pensar em como arranjar dinheiro para o conserto naquele momento. O dia estava lindo, ela estava viva, a vida era é bela, então tudo bem!

Saindo de casa, Poliana recebeu uma ligação. Era sua advogada, que queria lhe informar que o processo que ela abriu contra a ex-namorada do seu pai, por conta do furto de algumas joias que eram da sua mãe, não tinha muita chance de obter um bom resultado. Porque Poliana não tinha muitas provas do furto e como sua mãe, que era a verdadeira dona dos bens, não quis participar do processo, o juiz pensava em extingui-lo. A advogada insistiu então, que Poliana tentasse convencer sua mãe, mais uma vez, a colaborar. Mas ela repetiu que a relação das duas não era das melhores e que ela já tinha desistido dessa hipótese.

O telefonema foi encerrado sem nenhuma solução e Poliana abriu a janela do carro, porque o ar condicionado do carro não estava funcionando. Ligou o som e ficou feliz em escutar uma das suas músicas preferidas. Sorriu e cantou em voz alta, com os cabelos ao vento:

- É melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe…

Sim, aquele era seu lema de vida. Poliana não se permitia um segundo de tristeza, um segundo de reflexão, para repensar os seus passos, as suas crenças, as suas atitudes e se a sua felicidade era mesmo verdadeira ou uma fuga. Ela não tinha tempo para isso. Talvez, nem coragem.

Então, o telefone tocou mais uma vez. Dessa vez era seu namorado. Poliana atendeu com aquela voz doce, típica de quem fala com o amor da sua vida. Beto, que não estava igualmente feliz como ela, relembrou a namorada o que tinha acontecido na noite passada. Num jantar com o pessoal do trabalho dele, Poliana bebeu demais e mais uma vez, constrangeu Beto contando piadas obscenas para os seus colegas. Realmente a bebida sempre fazia com que ela ultrapassasse qualquer limite do bom senso, mas como esse excesso vinha envolvido em brincadeiras e piadas engraçadas, nem sempre Poliana se dava conta do mal que estava causando a si mesma. Todos os finais de semana.

Beto lembrou também que ao deixar ela em casa, ficou preocupado, porque Poliana desandou a chorar e a reclamar de tudo de ruim que acontecia com ela. Nunca tinha visto ela assim e queria entender o que desencadeou aquele desespero. “Ai Beto, eu só estava bêbada!”, justificou rindo. Mas ele insistia em afirmar que o desabafo tinha um tom de verdade e que quem sabe era a hora de Poliana procurar ajudar, quem sabe fazer uma terapia. Mesmo com pouco tempo de namoro, ele sabia de todos os seus problemas familiares, dos seus tramas e das suas insatisfações. Mas ela rebateu o conselho prontamente: “Nada a ver, eu me sinto muito feliz. Tudo isso é passado. Já superei e hoje sou outra pessoa. O que vem acontecendo com certeza é coisa de olho gordo. Tem muita gente invejando minha felicidade por aí, Beto. Mas já comprei um olho grego, ontem tomei um passe no centro espírita que uma amiga frequenta e nesse final de semana vou com a Joana num Centro Budista”. O namorado riu da animação de Poliana e encerrou o assunto. Sabia que essa muralha que ela construiu pra se esconder da realidade era quase instransponível. E eles se davam bem, Poliana era bonita, gostosa, engraçada e de boa convivência. Então, não seria ele quem iria querer acabar com a sua felicidade ao lhe mostrar o que de verdade se passava com a sua vida.

Eles desligaram o telefone depois de combinarem de se encontrar à noite, quando fariam um jantarzinho com vinho, que provavelmente ia ser objeto de alguma postagem de Poliana nas suas redes sociais. Aliás, as redes eram ótimas ferramentas para que ela afirmasse à si mesma e aos outros o quanto era feliz!.

.............

Quem conhece, já foi ou ainda se considera uma Pollyanna (no livro o nome da personagem é escrito assim, mas eu quis “abrasileirar”?.

Semana que vem, falo mais sobre isso. Só quis demonstrar através dessa história que criei de uma personagem “fictícia”, o quanto as Pollyannas existem e como muitas vezes são confundidas com pessoas que simplesmente são guerreiras, positivas, alegres….

Já adianto que a minha ideia não é criticar ou julgar ninguém. Ser feliz, positivo, alegre é muito bom. Sorrir, procurar ver o lado bom de tudo, não é um problema! Mas é preciso ter muito cuidado com o excesso de ilusões que se cria a cerca da nossa realidade.

Quem se interessar, procura no Google sobre essa “síndrome”.

Juliana Baron Pinheiro

Fonte: http://blogpsicologando.com/2013/08/02/a-sindrome-de-pollyanna/

Um dos comentários no blog me chamou atenção e aqui transcrevo: Alexandre Valério Ferreira - fevereiro 17, 2014
Gostei muito do texto. Ao utilizar um exemplo prático, digamos assim, você conseguiu mostrar como não é sensato ser o tempo todo “positivo”. A síndrome de polyanna é um escapismo, uma fuga dos problemas, uma forma de se enganar. E o que me dá mais raiva, acho que a você também, é quando alguns utilizam a psicologia polyanna nos outros. Por exemplo, falamos dos nossos problemas p alguem e a pessoa rebate dizendo que “é só isso…”, “veja o lado bom,…”. Nem sempre isso é o melhor consolo, ás vezes, dá a impressão de que o problema é simples e nós que somos fracos. Parabéns pelo texto e pelo seu blog!

(imagem: Pinterest)

 

Publicado por Rosangela Aliberti em 14/05/2014 às 00h08



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